Carol Oliva

Sobre

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Minha história começa muito antes de me tornar psicóloga

Meu nome completo é Carolina Oliva Cardoso. Nas redes sociais, sou conhecida como Carol Oliva, mas você pode me chamar de Carol. Sou psicóloga, mãe, já entrei nos “enta” e sou mineira de Belo Horizonte. A minha história com a dor não começou nos livros de psicologia. Eu a vivi, bem de perto.

De onde eu venho

Venho de uma família marcada por mulheres fortes, mas também feridas por perdas e silenciamentos. Sou filha de uma mãe solo, professora, que reconstruiu a própria vida com coragem e ternura. 

Minha avó Carolina, que inspirou o meu nome, teve uma vida feita de abundância e ausência ao mesmo tempo. Cresci cercada por histórias de resistência feminina, muito antes de compreender que era isso que eu estava vendo. 

Aprendi cedo, observando essas mulheres, que o conhecimento é uma das maiores ferramentas de transformação que alguém pode ter. Acredito também que seja por isso que escolhi a psicologia.

O que mudou tudo

Em 2012, recém-formada em psicologia, eu acreditava que algumas tragédias só aconteciam com outras pessoas. Estava grávida do João, meu primeiro filho, e vivia a maternidade com toda a esperança do mundo. 

Nas 34 semanas de gestação (8 meses), o coraçaozinho do João parou de bater. Não existe preparação possível para uma notícia assim. 

Não existe teoria, nem livro, nem formação acadêmica. Existe apenas um silêncio difícil de explicar para quem nunca o viveu. 

Junto da dor da perda, enfrentei outra dor: a de não encontrar, em muitos profissionais, o preparo para acolher uma família enlutada.

O trabalho que nasceu da dor e de muito estudo

A dor não foi embora. Com o tempo, ela foi ressignificada e se transformou em caminho. Em vez de me afastar do sofrimento, decidi estudá-lo a fundo, para me tornar a profissional que eu precisei e não encontrei. 

Naquela época, eu já era psicóloga formada, mas atuava como líder de Recursos Humanos em uma multinacional de tecnologia. Conhecia de perto a rotina, a cobrança e a sobrecarga de quem precisa dar conta de tudo. Depois de tudo o que vivi, escolhi me dedicar inteiramente à clínica e ao cuidado da saúde mental das mulheres. 

Sempre fui uma mulher muito curiosa e autodidata em temas de cuidado, e essa curiosidade me levou a buscar uma formação sólida. Sou psicóloga clínica com abordagem Humanista Existencial, que parte da história de cada mulher, e não de um modelo pronto. Fiz pós-graduação em Psicologia Hospitalar, voltada ao acompanhamento em situações de adoecimento, fragilidade e finitude. A partir daí, me aprofundei nas áreas que a minha própria vivência mostrou serem urgentes: luto, terminalidades, relacionamentos e psicologia perinatal e parental. 

Não trabalho com mulheres apenas porque as estudei. Trabalho com mulheres porque sou uma delas. Porque conheço o peso das expectativas, a culpa, o medo, o luto e também os recomeços.

Formação e experiência

  • Psicóloga Clínica com abordagem Humanista Existencial
  • Pós-graduação em Psicologia Hospitalar
  • Capacitações em Luto, Terminalidades, Psicologia da Mulher (mãe ou não), Relacionamentos, Psicologia Perinatal e Parental
  • Mais de 13 anos atendendo mulheres em consultório particular
  • Mais de 1.000 mulheres acompanhadas em psicoterapia individual e em grupos terapêuticos
  • Comunidade de mais de 200 mil mulheres nas redes sociais

Presença na mídia

Ao longo dos anos, compartilhei reflexões sobre luto, maternidade e saúde mental feminina em diferentes veículos e espaços, entre eles Rede Globo, Rádio Itatiaia, Jornal O Tempo, Revista Marie Claire, Universa UOL, Estadão, Estado de Minas, Bebê.com.br e os podcasts Mãe Sem Manual e PomPom Seminário de Mães.

Quando você quiser

Agora, eu gostaria de cuidar de você

Você conheceu um pouco da minha caminhada. Se alguma coisa aqui tocou em você, saiba que a sua história também merece escuta e cuidado. Quando sentir que é a hora, podemos conversar.


"Algumas histórias não terminam quando algo morre. É exatamente ali que elas podem renascer."
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